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Mostrando postagens de janeiro, 2022

A vida é muito pro pouco de mim.

Querido  Conhecido diário,  É. Parece que nos encontramos novamente. Eu me sinto fugindo de você... E levando páginas em branco na cara até ceder e vir aqui novamente. Imagine o incômodo que é andar por aí com folhas... e folhas... e folhas... batendo no seu rosto por meio de um vento mais intenso do que deveria ser. Incomodou, cá estou eu. Eu odeio a palavra querido. Depois vemos um nome melhor pra você. Mas vamos à que viemos. Desde setembro que eu não sinto gosto e cheiros como eu deveria, condição essa que a médica carinhosamente apelidou de cacosmia e parosmia. O porque, o desde e até mesmo o até quando não tem me interessado muito. Eu tenho ficado parada no COMO (eu JURO que não foi ironia, apenas um acidente feliz).  Como eu vou viver com isso? Como eu faço pra continuar? Como é possível continuar a conviver em sociedade assim? Como foi que isso aconteceu? Como eu vou conseguir sair desse humor? Meu lado pessimista já entende esse novo cenário como realidade. Veja ...